Arquivo para a categoria '2008'

Vídeos

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Vídeo (2009). Edição para a série de demonstrações de trilha sonora de jogos eletrônicos (Game Music Demo Reel). Para vê-lo publicado juntamente com o texto, no blog Benzaiten, clique aqui.

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Vídeo (2008). Demo reel (GMDR) apresentando a trilha e alguns elementos de projeto visual do jogo Lost Winds (Nintendo Wii). Para ver o vídeo juntamente com a postagem original na Benzaiten, clique aqui.

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Produtos para o 6º Seminário do Coren-PR

Impressos e produtos para evento (2008).

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Site.

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Correspondência eletrônica (e-mail) e carta-convite padrão.

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Certificado de participação e grade de conteúdo.

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Bloco de anotações A4 (uma cor).

diversos-6seminario07Crachá do participante (papel cartão).

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Faixa impressa em lona de 3,5 m de largura (banner).

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Cartaz 46 x 62 cm (quadricromia).

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Arte para cumbuca, 3 cores (ø 11 cm).

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Papel de parede para computador.

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Impressão em caneta (uma cor).

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Pasta lombada quadrada, com porta-caneta e bolsa (duas cores).

Veja também:

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6º Seminário do Coren-PR 2008

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Marca para evento (2008).

Identidade visual para evento 6º Seminário do Conselho de Enfermagem do Paraná, sob o tema “Da visibilidade profissional à ética institucional”.

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Versões básicas do logotipo.

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O símbolo adapta elementos (o entorno invertido do brasão e as estrelas) da marca original do Conselho, criada em 1975 por Ori Ramos.

Veja também:

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Livreto: Tok a Mais

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Programação visual para livreto (2008).

Programação visual para folheto/livreto no formato 18 x 18 cm, 17 páginas, impressão em couché pesado, capas impressas em papel texturizado e encadernação duplo anel (wire-o). Pesquisa, planejamento e redação por Vânia Batista sob a idealização de Giovane Ferrari. A criação da marca é de autoria de Mario Barbosa.

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Páginas internas.

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Capa temporária para website (2009).

Autoria da marca: Nexo Design.

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A famigerada caixa alta: elucubrações sobre a cultura escrita e tipográfica

Quando começamos a estudar composição tipográfica no design gráfico, aprendemos a usar a caixa alta com muito mais cuidado do que costumávamos, até então, na vida amadora. Sim, porque se é pra definir uma extremidade, a caixa alta está mais para vilã do que para heroína. Mas, afinal, qual o mal da caixa alta?

O.k., antes de mais nada, para o leigo que porventura esteja percorrendo este texto, caixa alta é nada mais que um texto escrito em letras maiúsculas. Caixa baixa, portanto, são as letras minúsculas. Esta terminologia vem da época de quando os impressos em feitos em máquinas de tipos móveis. Nelas, cada letrinha era uma peça metálica diposta lado a lado, formando um enorme carimbo. Que terapia! Enfim, para compor estes textos, as gráficas obviamente dispunham de um punhado de minicarimbos que eram separados em caixas, organizados de forma facilitar o trabalho. As maiúsculas, ficavam na parte de cima destas caixas e as minúsculas embaixo, daí o termo.

Voltando ao design, sendo objetivo e genérico, uma composição em caixa alta total é considerada excessiva, pesada, austera, “gritada”, grosseira. Um texto composto assim, teoricamente, é mais penoso de ler. Um tijolão cansativo e monótono (dramatizando um pouco, é claro).

Nas aulas de caligrafia de nossa infância, as letras maiúscula eram as mais difíceis de se desenhar no caderno: exigiam maior firmesa na mão. O traço era mais longo, a figura era maior e precisa de muito mais cuidado para sair bonita e “redondinha”, ao contrário das minúsculas, que saíam naturais, gestuais e rápidas de fazer. Isso quando a ponta do lápis não quebrava no meio daquele enorme “M”, enquanto suávamos raciocinando para que a mão não deslisasse a um simples “m”. Sem falar do emaranhado do “H”, da esquisitice do “I”, do “F” não parecer um “T” ou um “L”.

Com o passar do tempo, temos maior contato com os impressos e as máquinas entram no nosso cotidiano. É quando, por mimetismo, as letras de fôrma acabam se tornando uma alternativa para a escrita manual. Eu mesmo tenho várias das minhas maiúsculas escritas naturalmente em fôrma, mesmo quando forço rabiscar em caligráfico.

Uma questão técnica que envolve o uso de um texto a caixa alta total (“ASSIM, POR EXEMPLO”) é a redução da legibilidade (qualidade em reconhecer uma letra) e leiturabilidade (qualidade de apreensão linear do texto). Por dois simples argumentos: o primeiro é que, inevitavelmente, temos um contato muito maior, em maior volume, com letras minúsculas. Um livro, um artigo, uma frase; a maioria esmagadora da informação textual está em caixa baixa. Então, o que é mais freqüentemente visto, é mais facilmente reconhecido.

O segundo argumento, complementar ao primeiro, é com relação à identificação da configuração visual das letras. Um conjunto de texto maiúsculo forma um monobloco com menor qualidade de contrastes em seu desenho. Em outras palavras, as letras individuais têm um formato geral mais similares entre si, o que reduz a qualidade em identificar cada uma delas pelo seu desenho particular. Isso sem entrar nos méritos de qual tipografia estamos usando, da diagramação, enfim, uma série de fatores que aumentam ou reduzem as qualidades de legibilidade e leiturabilidade de um texto.

mancha de texto em caixa alta total.

Figura 1: mancha de texto em caixa alta total.

Veja na figura 1 acima um trecho qualquer do texto cego “lero-lero” que compus em caixa alta total usando a fonte Helvetica. Ignore outros ajustes como alinhamento, entrelinha ou falta de hifenização. Ignore também o blá-blá-blá do texto! O que quero mostrar aqui é a “mancha”, a textura visual gerada pelo bloco de texto corrido como um todo. Repare como é árida, inflexível e não oferece respiro visual. Por mais que a forma individual de cada letra seja particular, o desenho estrutural básico é muito mais retangular, simétrica.

o mesmo conteúdo textual da figura 1 composta em caixa mista (alta e baixa).

Figura 2: composição em caixa mista.

Agora veja na figura 2 o mesmo texto composto em caixa mista (alta e baixa). Todos os outros ajustes foram mantidos (entreletra, entrelinha, alinhamento, a falta da hifenização), mas a cor da mancha é muito mais leve, suave, dinâmica, natural. Na figura 3 podemos ver destacada a estruturação formal de cada letra, o que é fator para maior ou menor facilidade de identificação. Nas caixas altas não se identifica visualmenteas linhas de altura-x, ascendente ou descendente.

Figura 3

Figura 3: contraste formal entre as letras maiúsculas e minúsculas.

Note que os contrastes de configuração são menos nítidos entre as vogais e mais evidentes nas consoantes (figura 4). A mistura de ambas alternadamente aumenta a variação que contribui em identificar mais particularmente as letras e, assim, agrupadas, formam a “figura” própria daquela palavra, que se dá durante a leitura.

Figura 5

Figura 4: similaridade entre as caixas alta e baixa.

Além de ser mais fácil e rapidamente assimilado, mais agradável ao olhar (pelo uso natural de espaço branco), este bloco de texto usufrui do benefícios do design de informação preservando os nomes próprios ao seu devido destaque.

E se no meio do meu texto blocado em caixa alta existirem nomes próprios ou palavras em maiúsculo pelas razões que regem a gramática? Bom, essa informação – a palavra capitulada – simplesmente “desaparece” neste contexto de tijolinhos alinhados. Um texto como “CANTOR BELO ENCANTA BONITO.” dá margem a várias interpretações pela ausência de maiúsculas exercendo a sua função de indicar nomes próprios. O.k., o exemplo foi infame, mas você também entendeu o recado! Será que o cantor se chama Belo e cantou em Bonito (cidade de Mato Grosso do Sul) ou é um cara boa pinta que emocionou a platéia? Problema este que sofre vários quadrinhos que usam aquela composição tipográfica clássica ao estilo Comic Sans.

Importante dizer – inclusive super visível nas ilustrações – que caixa alta “gasta” mais espaço para compor determinada quantidade de informação textual. Repare que algumas configurações de letras se mantém as mesmas, sendo elas apenas menores nas caixas baixas. Então, de um lado as maiúsculas ocupam mais espaço visual, mas também são “fisicamente” maiores e tendem a parecer mais legíveis por serem assim, mais proeminentes. Porém, como vimos, tamanho aqui não é documento. Existem vários fatores que fazem variar a qualidade da pregnância (o contraste da letra com o seu entorno) de uma tipografia, como por exemplo, a formação da altura-x em relação à caixa alta e ascendentes. Sem falar no desenho em si: menos detalhes, consistência da espessura dos traços, espaço adequado de entreletra etc. aumentam as qualidades de visibilidade. Bem, para aprofundar este assunto, sugiro estudos na área de sinalização.

Mas afinal, se textos em maiúsculo gastam mais espaço, fazem com que o bloco fique com uma aparência mais grosseira, são mais difíceis de se escrever (no caso de placas feitas à mão etc.), camuflam determinados tipos de informação como nomes próprios, então por quê vemos tanto delas por aí? Nos supermercados, nos letreiros mais diversos, escrito na feirinha, enfim, pipocam caixas altas no meio amador; mas também vemos maiúsculos em muitas peças ditas profissionais, algumas vezes pensadas e usadas conscientemente, simplesmente usufruindo de licença criativa ou meramente escolhida “por bonito”. Esse “bonito” vai ser explicado na seqüência, porque na verdade, não é bem essa a palavra.

Começamos com o leigo, na famosa tipografia vernacular, com suas placas de desenho e textos maravilhosas (risos)! O leigo em composição visual tente a querer usufruir de total espaço livre disponível. De fato não deixa de ser um raciocínio justificado: “se tenho uma área útil de 30 centímetros quadrados pra passar minha mensagem, vou usar cada centímetro e abarrotar com o que eu conseguir!” Ora, pense no sujeito que está pagando por “centimetragem” um anúncio em jornal! Mais óbvio, impossível. Cada meio centímetro é precioso e será usado exaustivamente, exceto se este leigo estiver sendo assessorado.

Em projetos de identidade visual há uma preocupação com o que chamamos de “área de proteção”, que é basicamente uma margem de espaço em branco ao redor da peça gráfica. Por mais estranho que possa parecer ao leigo, inicialmente, esta margem faz sobressair a mensagem do seu entorno. Especialmente se este entorno não for controlado, que é o caso de uma placa na rua, por exemplo. É como uma espessa moldura para uma pintura, como uma folga nas bordas externas da página de um livro, como a margem francesa que deixa as fotografias mais insinuantes. É um respiro visual que dinamicamente valoriza o conteúdo visual.

Uma das justificativas em se usar indiscriminadamente texto em caixa alta pelo leigo é a de querer falar mais alto, ser o mais incisivo possível no “mesmo espaço” disponível. E algumas regras gramaticais contribuem com esse raciocínio. Início de oração, por exemplo, é indicada pela capitulação da primeira letra da primeira palavra, certo? Vejamos uma placa escrita “Paz e amor”. De certa forma “paz” leva uma vantagem moral sobre “amor”: ela está inserida antes e tem mais contraste visual por causa do “P” maiúsculo. Para compensar essa diferença, quebramos a gramática e escrevemos: “Paz e Amor”. Pronto, agora parece equilibrado, pois distribui os pesos a todos os elementos.

Atualmente a interface dos aplicativos mais profissionais já procura utilizar redação que respeita gramática de forma mais natural, obviamente com muitas licenças. Mesmo assim, podemos notar o uso excessivo de maiúsculas em muitas telas de softwares. Note em uma tela comum de Photoshop (figura 5) o uso constante de maiúsculas nas diversas palavras que compõem os títulos dos campos. Se você percorrer os menus dos softwares do seu computador muito provavelmente irá notar essa tendência. É como se a caixa alta aplicada em cada palavra da expressão distribuísse o valor de importância a todas elas. “Scale Styles” é melhor que “Scale styles”; “Constrain Proportions” é mais bacana que “Constrain proportions”; “Resample Image” é mais imponente que “Resample image”.

Enfim, há uma necessidade visual em manter a força que carrega a letra maíuscula por toda extensão do elemento textual, no caso. Faça esse exercício: procure outros exemplos nos mais diversos painéis de aparelhos em sua casa. Provavelmente serão maiúsculos totais ou capitais constantes.

Figura 5

Figura 5: composição tipográfica com uso continuado de maiúsculas.

“All your base belong to us” não tem a mesma força que “All Your Base Are Belong To Us” e menos ainda que “ALL YOUR BASE ARE BELONG TO US”. Estou sendo irônico e obviamente existe a liberdade criativa, a aplicação gráfica etc., onde as regras formais de texto não atuariam. Existem situações de livre expressão, mas há momentos que se deve prezar o respeito pela forma escrita. Existe também formatações para, por exemplo, o uso inicial de maiúsculas nas iniciais de todas as palavras que compõem um título de obra artística, como o título de um CD ou livro.

No entanto, algumas convenções podem dar “poder” demais para quem quer vangloriar seu umbigo, digo, no texto, quando sugerem o uso de maiúsculo para determinados cargos, situações, títulos, enfim, coisas comuns que ganham status de coisa única. É a frágil ênfase aos Senhores Doutores, Excelentíssimos Juízes, Digníssimos Presidentes. No “manual de redação do senado brasileiro” (ou seria Manual de Redação do Senado Brasileiro?), por exemplo, consta algumas normas para uso de maíusculas em:

  • planos e programas de governo;
  • relatórios de instituições públicas e privadas;
  • tratados e acordos internacionais;
  • congressos, fóruns, seminários e ciclos de debates;
  • palavras que servem para designar o nome de dois ou mais órgãos;
  • instituições, entidades, leis, regiões etc.

Dependendo do assunto de um documento, é muito maiúsculo! Ostentação. É compreensível, de dentro pra fora, querer dar maior importância às suas coisas. Problema maior é quando o autor quer dar mais ênfase compondo com caixa alta total, negrito, itálico, sublinhado, tudo ao mesmo tempo agora e em muitas instâncias. Ou seja, quando você quer chamar atenção a muita coisa, não chama atenção para nenhuma delas.

Em documentos oficiais, do governo, de estatais ou órgãos públicos, é um sem-número de palavras em caixa alta, muitas vezes desnecessárias, excessivas. Dessa generalização, alguns casos são decorrentes de falta de conhecimento da gramática ou mesmo da falta de tempo em ir atrás daquela dúvida específica. Então, na dúvida, se parece importante, lasca-se letra maiúscula na veia! Siglas, por exemplo, é um erro atrás do outro: “é sigla? ‘Bota’ maiúsculo!”. Daí lemos Embratel e EMBRATEL e está tudo dez!

Em composições visuais não é difícil entender porque a simpatia pelo uso de caixa alta. Por formar uma configuração estável, rígida, retangular, o texto em all caps se sustenta compositivamente (ou psicologicamente) em situações adversas. Logotipos, títulos dos mais diversos, itens isolados são “garantidos” com expressão própria quando em maiúscula. Mas também há uma dose de insegurança na estratégia do “na dúvida, grite”, pelas questões que já comentei, como a da dinâmica visual, a psicologia da distribuição de pesos dos capitais, especulações acerca da gramática, nomes próprio versus coisa comum etc.

Resumindo, estou sugerindo que o uso indiscriminado de caixa alta, seja ela mista ou total, soa imponente pelo excesso, aparece mais, grita mais alto.

diferenças na composição com caixa alta ou baixa

Figura 6: diferenças na composição com caixa alta ou baixa

Mas nas artes gráficas, a caixa alta, se usada com consciência, tem também notórias vantagens. A própria voz “gritante” do maiúsculo total pode e será usado contra você num trib…, opa, no seu projeto, para atingir um objetivo de comunicação. Seja para “gritar” determinada idéia ou para compor, de forma mais enfática, agressiva até, certa informação.

Determinadas composições com tipos em caixa baixa são problemáticas, como por exemplo, ter que lidar com ascendentes e descendentes que destoam para além das linhas-base e de altura-x, que são pontos fortes de alinhamento. (Em composições de caixa alta total, este mesmo problema aparece quando existe um acento ou cedilha em algum caractere…) Veja como se comportam as duas diferentes composições num espaço horizontal reduzido na figura 6.

Além da questão psicológica que comentei anteriormente, sobre os pesos que a caixa alta tem na comunicação, seja mista (“Em Cada Palavra”) ou total (“EM TODA A COMPOSIÇÃO”), o projetista gráfico pode lançar mão da característica retilínea dos blocados do uso de texto em caixa alta total para harmonizar com estilo visual similar da peça em questão.

Algumas situações não permitem muitas variações do corpo da fonte. Nestes casos, é possível usufruir da caixa alta como opção para algum nível de subtítulos, em contraste com o bloco de texto corrido. Aliás, talvez a técnica do contraste seja a mais interessantes quando falamos em composição com caixa alta versus baixa. Enfim, assim como na música, o forte e o pianissimo se valorizam. Saber quando usar estas variações para indicar e reforçar diferenças é fundamental.