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A famigerada caixa alta: elucubrações sobre a cultura escrita e tipográfica

Quando começamos a estudar composição tipográfica no design gráfico, aprendemos a usar a caixa alta com muito mais cuidado do que costumávamos, até então, na vida amadora. Sim, porque se é pra definir uma extremidade, a caixa alta está mais para vilã do que para heroína. Mas, afinal, qual o mal da caixa alta?

O.k., antes de mais nada, para o leigo que porventura esteja percorrendo este texto, caixa alta é nada mais que um texto escrito em letras maiúsculas. Caixa baixa, portanto, são as letras minúsculas. Esta terminologia vem da época de quando os impressos em feitos em máquinas de tipos móveis. Nelas, cada letrinha era uma peça metálica diposta lado a lado, formando um enorme carimbo. Que terapia! Enfim, para compor estes textos, as gráficas obviamente dispunham de um punhado de minicarimbos que eram separados em caixas, organizados de forma facilitar o trabalho. As maiúsculas, ficavam na parte de cima destas caixas e as minúsculas embaixo, daí o termo.

Voltando ao design, sendo objetivo e genérico, uma composição em caixa alta total é considerada excessiva, pesada, austera, “gritada”, grosseira. Um texto composto assim, teoricamente, é mais penoso de ler. Um tijolão cansativo e monótono (dramatizando um pouco, é claro).

Nas aulas de caligrafia de nossa infância, as letras maiúscula eram as mais difíceis de se desenhar no caderno: exigiam maior firmesa na mão. O traço era mais longo, a figura era maior e precisa de muito mais cuidado para sair bonita e “redondinha”, ao contrário das minúsculas, que saíam naturais, gestuais e rápidas de fazer. Isso quando a ponta do lápis não quebrava no meio daquele enorme “M”, enquanto suávamos raciocinando para que a mão não deslisasse a um simples “m”. Sem falar do emaranhado do “H”, da esquisitice do “I”, do “F” não parecer um “T” ou um “L”.

Com o passar do tempo, temos maior contato com os impressos e as máquinas entram no nosso cotidiano. É quando, por mimetismo, as letras de fôrma acabam se tornando uma alternativa para a escrita manual. Eu mesmo tenho várias das minhas maiúsculas escritas naturalmente em fôrma, mesmo quando forço rabiscar em caligráfico.

Uma questão técnica que envolve o uso de um texto a caixa alta total (“ASSIM, POR EXEMPLO”) é a redução da legibilidade (qualidade em reconhecer uma letra) e leiturabilidade (qualidade de apreensão linear do texto). Por dois simples argumentos: o primeiro é que, inevitavelmente, temos um contato muito maior, em maior volume, com letras minúsculas. Um livro, um artigo, uma frase; a maioria esmagadora da informação textual está em caixa baixa. Então, o que é mais freqüentemente visto, é mais facilmente reconhecido.

O segundo argumento, complementar ao primeiro, é com relação à identificação da configuração visual das letras. Um conjunto de texto maiúsculo forma um monobloco com menor qualidade de contrastes em seu desenho. Em outras palavras, as letras individuais têm um formato geral mais similares entre si, o que reduz a qualidade em identificar cada uma delas pelo seu desenho particular. Isso sem entrar nos méritos de qual tipografia estamos usando, da diagramação, enfim, uma série de fatores que aumentam ou reduzem as qualidades de legibilidade e leiturabilidade de um texto.

mancha de texto em caixa alta total.

Figura 1: mancha de texto em caixa alta total.

Veja na figura 1 acima um trecho qualquer do texto cego “lero-lero” que compus em caixa alta total usando a fonte Helvetica. Ignore outros ajustes como alinhamento, entrelinha ou falta de hifenização. Ignore também o blá-blá-blá do texto! O que quero mostrar aqui é a “mancha”, a textura visual gerada pelo bloco de texto corrido como um todo. Repare como é árida, inflexível e não oferece respiro visual. Por mais que a forma individual de cada letra seja particular, o desenho estrutural básico é muito mais retangular, simétrica.

o mesmo conteúdo textual da figura 1 composta em caixa mista (alta e baixa).

Figura 2: composição em caixa mista.

Agora veja na figura 2 o mesmo texto composto em caixa mista (alta e baixa). Todos os outros ajustes foram mantidos (entreletra, entrelinha, alinhamento, a falta da hifenização), mas a cor da mancha é muito mais leve, suave, dinâmica, natural. Na figura 3 podemos ver destacada a estruturação formal de cada letra, o que é fator para maior ou menor facilidade de identificação. Nas caixas altas não se identifica visualmenteas linhas de altura-x, ascendente ou descendente.

Figura 3

Figura 3: contraste formal entre as letras maiúsculas e minúsculas.

Note que os contrastes de configuração são menos nítidos entre as vogais e mais evidentes nas consoantes (figura 4). A mistura de ambas alternadamente aumenta a variação que contribui em identificar mais particularmente as letras e, assim, agrupadas, formam a “figura” própria daquela palavra, que se dá durante a leitura.

Figura 5

Figura 4: similaridade entre as caixas alta e baixa.

Além de ser mais fácil e rapidamente assimilado, mais agradável ao olhar (pelo uso natural de espaço branco), este bloco de texto usufrui do benefícios do design de informação preservando os nomes próprios ao seu devido destaque.

E se no meio do meu texto blocado em caixa alta existirem nomes próprios ou palavras em maiúsculo pelas razões que regem a gramática? Bom, essa informação – a palavra capitulada – simplesmente “desaparece” neste contexto de tijolinhos alinhados. Um texto como “CANTOR BELO ENCANTA BONITO.” dá margem a várias interpretações pela ausência de maiúsculas exercendo a sua função de indicar nomes próprios. O.k., o exemplo foi infame, mas você também entendeu o recado! Será que o cantor se chama Belo e cantou em Bonito (cidade de Mato Grosso do Sul) ou é um cara boa pinta que emocionou a platéia? Problema este que sofre vários quadrinhos que usam aquela composição tipográfica clássica ao estilo Comic Sans.

Importante dizer – inclusive super visível nas ilustrações – que caixa alta “gasta” mais espaço para compor determinada quantidade de informação textual. Repare que algumas configurações de letras se mantém as mesmas, sendo elas apenas menores nas caixas baixas. Então, de um lado as maiúsculas ocupam mais espaço visual, mas também são “fisicamente” maiores e tendem a parecer mais legíveis por serem assim, mais proeminentes. Porém, como vimos, tamanho aqui não é documento. Existem vários fatores que fazem variar a qualidade da pregnância (o contraste da letra com o seu entorno) de uma tipografia, como por exemplo, a formação da altura-x em relação à caixa alta e ascendentes. Sem falar no desenho em si: menos detalhes, consistência da espessura dos traços, espaço adequado de entreletra etc. aumentam as qualidades de visibilidade. Bem, para aprofundar este assunto, sugiro estudos na área de sinalização.

Mas afinal, se textos em maiúsculo gastam mais espaço, fazem com que o bloco fique com uma aparência mais grosseira, são mais difíceis de se escrever (no caso de placas feitas à mão etc.), camuflam determinados tipos de informação como nomes próprios, então por quê vemos tanto delas por aí? Nos supermercados, nos letreiros mais diversos, escrito na feirinha, enfim, pipocam caixas altas no meio amador; mas também vemos maiúsculos em muitas peças ditas profissionais, algumas vezes pensadas e usadas conscientemente, simplesmente usufruindo de licença criativa ou meramente escolhida “por bonito”. Esse “bonito” vai ser explicado na seqüência, porque na verdade, não é bem essa a palavra.

Começamos com o leigo, na famosa tipografia vernacular, com suas placas de desenho e textos maravilhosas (risos)! O leigo em composição visual tente a querer usufruir de total espaço livre disponível. De fato não deixa de ser um raciocínio justificado: “se tenho uma área útil de 30 centímetros quadrados pra passar minha mensagem, vou usar cada centímetro e abarrotar com o que eu conseguir!” Ora, pense no sujeito que está pagando por “centimetragem” um anúncio em jornal! Mais óbvio, impossível. Cada meio centímetro é precioso e será usado exaustivamente, exceto se este leigo estiver sendo assessorado.

Em projetos de identidade visual há uma preocupação com o que chamamos de “área de proteção”, que é basicamente uma margem de espaço em branco ao redor da peça gráfica. Por mais estranho que possa parecer ao leigo, inicialmente, esta margem faz sobressair a mensagem do seu entorno. Especialmente se este entorno não for controlado, que é o caso de uma placa na rua, por exemplo. É como uma espessa moldura para uma pintura, como uma folga nas bordas externas da página de um livro, como a margem francesa que deixa as fotografias mais insinuantes. É um respiro visual que dinamicamente valoriza o conteúdo visual.

Uma das justificativas em se usar indiscriminadamente texto em caixa alta pelo leigo é a de querer falar mais alto, ser o mais incisivo possível no “mesmo espaço” disponível. E algumas regras gramaticais contribuem com esse raciocínio. Início de oração, por exemplo, é indicada pela capitulação da primeira letra da primeira palavra, certo? Vejamos uma placa escrita “Paz e amor”. De certa forma “paz” leva uma vantagem moral sobre “amor”: ela está inserida antes e tem mais contraste visual por causa do “P” maiúsculo. Para compensar essa diferença, quebramos a gramática e escrevemos: “Paz e Amor”. Pronto, agora parece equilibrado, pois distribui os pesos a todos os elementos.

Atualmente a interface dos aplicativos mais profissionais já procura utilizar redação que respeita gramática de forma mais natural, obviamente com muitas licenças. Mesmo assim, podemos notar o uso excessivo de maiúsculas em muitas telas de softwares. Note em uma tela comum de Photoshop (figura 5) o uso constante de maiúsculas nas diversas palavras que compõem os títulos dos campos. Se você percorrer os menus dos softwares do seu computador muito provavelmente irá notar essa tendência. É como se a caixa alta aplicada em cada palavra da expressão distribuísse o valor de importância a todas elas. “Scale Styles” é melhor que “Scale styles”; “Constrain Proportions” é mais bacana que “Constrain proportions”; “Resample Image” é mais imponente que “Resample image”.

Enfim, há uma necessidade visual em manter a força que carrega a letra maíuscula por toda extensão do elemento textual, no caso. Faça esse exercício: procure outros exemplos nos mais diversos painéis de aparelhos em sua casa. Provavelmente serão maiúsculos totais ou capitais constantes.

Figura 5

Figura 5: composição tipográfica com uso continuado de maiúsculas.

“All your base belong to us” não tem a mesma força que “All Your Base Are Belong To Us” e menos ainda que “ALL YOUR BASE ARE BELONG TO US”. Estou sendo irônico e obviamente existe a liberdade criativa, a aplicação gráfica etc., onde as regras formais de texto não atuariam. Existem situações de livre expressão, mas há momentos que se deve prezar o respeito pela forma escrita. Existe também formatações para, por exemplo, o uso inicial de maiúsculas nas iniciais de todas as palavras que compõem um título de obra artística, como o título de um CD ou livro.

No entanto, algumas convenções podem dar “poder” demais para quem quer vangloriar seu umbigo, digo, no texto, quando sugerem o uso de maiúsculo para determinados cargos, situações, títulos, enfim, coisas comuns que ganham status de coisa única. É a frágil ênfase aos Senhores Doutores, Excelentíssimos Juízes, Digníssimos Presidentes. No “manual de redação do senado brasileiro” (ou seria Manual de Redação do Senado Brasileiro?), por exemplo, consta algumas normas para uso de maíusculas em:

  • planos e programas de governo;
  • relatórios de instituições públicas e privadas;
  • tratados e acordos internacionais;
  • congressos, fóruns, seminários e ciclos de debates;
  • palavras que servem para designar o nome de dois ou mais órgãos;
  • instituições, entidades, leis, regiões etc.

Dependendo do assunto de um documento, é muito maiúsculo! Ostentação. É compreensível, de dentro pra fora, querer dar maior importância às suas coisas. Problema maior é quando o autor quer dar mais ênfase compondo com caixa alta total, negrito, itálico, sublinhado, tudo ao mesmo tempo agora e em muitas instâncias. Ou seja, quando você quer chamar atenção a muita coisa, não chama atenção para nenhuma delas.

Em documentos oficiais, do governo, de estatais ou órgãos públicos, é um sem-número de palavras em caixa alta, muitas vezes desnecessárias, excessivas. Dessa generalização, alguns casos são decorrentes de falta de conhecimento da gramática ou mesmo da falta de tempo em ir atrás daquela dúvida específica. Então, na dúvida, se parece importante, lasca-se letra maiúscula na veia! Siglas, por exemplo, é um erro atrás do outro: “é sigla? ‘Bota’ maiúsculo!”. Daí lemos Embratel e EMBRATEL e está tudo dez!

Em composições visuais não é difícil entender porque a simpatia pelo uso de caixa alta. Por formar uma configuração estável, rígida, retangular, o texto em all caps se sustenta compositivamente (ou psicologicamente) em situações adversas. Logotipos, títulos dos mais diversos, itens isolados são “garantidos” com expressão própria quando em maiúscula. Mas também há uma dose de insegurança na estratégia do “na dúvida, grite”, pelas questões que já comentei, como a da dinâmica visual, a psicologia da distribuição de pesos dos capitais, especulações acerca da gramática, nomes próprio versus coisa comum etc.

Resumindo, estou sugerindo que o uso indiscriminado de caixa alta, seja ela mista ou total, soa imponente pelo excesso, aparece mais, grita mais alto.

diferenças na composição com caixa alta ou baixa

Figura 6: diferenças na composição com caixa alta ou baixa

Mas nas artes gráficas, a caixa alta, se usada com consciência, tem também notórias vantagens. A própria voz “gritante” do maiúsculo total pode e será usado contra você num trib…, opa, no seu projeto, para atingir um objetivo de comunicação. Seja para “gritar” determinada idéia ou para compor, de forma mais enfática, agressiva até, certa informação.

Determinadas composições com tipos em caixa baixa são problemáticas, como por exemplo, ter que lidar com ascendentes e descendentes que destoam para além das linhas-base e de altura-x, que são pontos fortes de alinhamento. (Em composições de caixa alta total, este mesmo problema aparece quando existe um acento ou cedilha em algum caractere…) Veja como se comportam as duas diferentes composições num espaço horizontal reduzido na figura 6.

Além da questão psicológica que comentei anteriormente, sobre os pesos que a caixa alta tem na comunicação, seja mista (“Em Cada Palavra”) ou total (“EM TODA A COMPOSIÇÃO”), o projetista gráfico pode lançar mão da característica retilínea dos blocados do uso de texto em caixa alta total para harmonizar com estilo visual similar da peça em questão.

Algumas situações não permitem muitas variações do corpo da fonte. Nestes casos, é possível usufruir da caixa alta como opção para algum nível de subtítulos, em contraste com o bloco de texto corrido. Aliás, talvez a técnica do contraste seja a mais interessantes quando falamos em composição com caixa alta versus baixa. Enfim, assim como na música, o forte e o pianissimo se valorizam. Saber quando usar estas variações para indicar e reforçar diferenças é fundamental.

Resumão PontoD

PontoD?

Na época em que gerenciava a designGráfico, uma comunidade de design baseada em uma lista de discussão e da qual fui fundador e administrador na gestão 1999-2006, tínhamos o site da lista e tudo mais. Uma das tarefas de manutenção do conteúdo deste site era fazer o clipping, que basicamente era um apanhado grosso modo do que tinha sido discutido, do que esteve em evidência naquele mês. Eu identificava estes assuntos mais relevantes, agrupava as mensagens por tópicos e fazia a menção de cada um desses temas na seção entitulada PontoD. O PontoD era, então, essa lista de assuntos e seus respectivos links. A seção também abrigava algumas mensagens publicadas na íntegra: esta parte era chamada mural, a outra divisão do conteúdo do PontoD.

Com a reformulação do site para a versão 3, que está no ar hoje (2008) – trabalho desenvolvido pela nova equipe que integra a administração que me sucedeu – o PontoD foi mantido, mas parcialmente (apenas os artigos do mural mantidos, o clipping não). Resguardando, então, alguns temas que são sempre interessantes na área do design, embora tenham sido discutidos já há algum tempo, quis republicar uma destas páginas que estruturei de forma que as temáticas ficassem agrupadas, já que também acho prático de localizar.

Grande parte do site versão 2 da dG – que trabalhei, claro, juntamente com auxílio e sugestões de vários amigos e integrantes de equipe de trabalho na época – continua sendo acessível hoje em dia. Você pode, por exemplo, ver o PontoD original, completo, neste link: www.designgrafico.art.br/pontod/index.htm. O resumão, no entanto, agrupado por assunto, pode ser acessado logo abaixo; ele é apanhado de discussões feitas na lista de discussão da designGráfico, relativo aos período de 2002 a 2005. Como é volumoso o número de links, peço ignorar eventuais defeitos. Os links o levarão para as mensagens originais de seus autores, gerados em discussões na nossa lista dG, hospedado no YahoGrupos.

Atalhos

→Formação, academia e atuação
→Mercado e relação profissional
→Identidade visual
→Informática, DTP e técnicas
→Tipografia
→Cores

Formação, academia e atuação

  1. A arte do design
  2. Aceitando o design como projeto
  3. Adesivo, amadrorismos, sobrinhos
  4. Aptidão: mais fogo na fogueira
  5. Arte ou design
  6. Arte x design
  7. Assistente de arte
  8. Bacharel ou tecnólogo
  9. Campanha pró design
  10. Campanha pró design II
  11. Campanha pró design III
  12. Campanha pró design: polêmica e solução
  13. Carteira profissional
  14. Como se auto intitular fodão?
  15. Criação e conceito
  16. Criar ou não criar
  17. Curso de design
  18. Curso de Publicidade X Desenho Industrial
  19. Curso Design no RJ
  20. Definindo designer
  21. Desabafo e pedido de ajuda
  22. Desenho industrial x publicidade
  23. Desenho industrial, usem-no!
  24. Desenho Industrial: Unesp ou Mackenzie?
  25. Design a distância
  26. Design digital: faculdades particulares
  27. Design é arte?
  28. Design é ciência?
  29. Design é ciência? II
  30. Design é medicina
  31. Design em Portugal
  32. Design na USP
  33. Design na visão de um publicitário
  34. Design não é instrumento de venda
  35. Design pra quê?
  36. Design x artesanato
  37. Design x publicidade
  38. Design, desenho e dom
  39. Design: eu faço minha parte
  40. Designer é quem faz design?
  41. Designer mulher
  42. Designer não é formado em publicidade
  43. Designer não formado
  44. Designer que não sabe desenhar
  45. Designer X arte finalista
  46. Designer? Micreiros? Artistas gráficos…
  47. Designers e programadores discutem as suas diferenças
  48. Designers programadores
  49. Diploma (a polêmica continua)
  50. Diploma… quer pagar quanto?
  51. Dúvida superior em design gráfico
  52. É justo?
  53. Existe designer autodidata?
  54. Faculdade de web designer
  55. Faculdades de design
  56. Falculdades e livros
  57. FAUs da vida
  58. Fisiologismo no design
  59. Frases de valorização do design
  60. Hair design: é de comer?
  61. Idade e o design
  62. Idéias para melhorarmos nossa área
  63. Iniciantes e experientes: debates (aos magos da lista)
  64. Insegurança sobre o trabalho feito
  65. Jogo minha faculdade no lixo?
  66. Lei para desenhista industrial
  67. Livros para designer iniciante
  68. Logomarca e logotipo: diferenças
  69. Logomarca x logotipo
  70. Logomarca, marca e logotipo
  71. Logomarca: termo usado ou não?
  72. Logotipo x “logomarca”
  73. Logotipo x logomarca
  74. Malditos sobrinhos
  75. Marca – Logotipo – Símbolo e “Logomarca”
  76. Marketing x design
  77. Mas o que é desenhar afinal?
  78. Mestrado e doutorado
  79. Micreiro X diplomados: empreendedorismo
  80. Micreiros
  81. Micro x papel
  82. Mulheres designers: uma enorme batalha
  83. Necessidade do diploma
  84. Nomenclatura da profissão
  85. Nomenclaturas
  86. Nosso nome
  87. Obsolescência X ética
  88. Panamericana
  89. Papai pagou a faculdade
  90. Portfólio: pergunta que não quer calar
  91. Pós em design
  92. Pós-graduação
  93. Pós-Graduação em Design Gráfico
  94. Prancheta X computador
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  97. Profissão? Design
  98. Publicitários inimigos
  99. Qualidade do design
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  101. Quando se é designer
  102. Quem depende de inspiração é o artista
  103. Quem é o designer?
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  106. Regulamentação da profissão
  107. Regulamentação da profissão II
  108. Regulamentação do Web “desings”
  109. Regulamentação: em meio a dúvida
  110. Regulamentação: projeto de lei
  111. Responsabilidade profissional do designer
  112. Responsabilidade profissional do designer II
  113. Saber desenhar é importante?
  114. Se não for formado, você é um prático e não designer
  115. Selo de qualidade para o designer
  116. Ser designer
  117. Símbolo: profissão designer
  118. Sindicato dos Designers Estressados
  119. Sobre micreiros
  120. Sorrindo de orelha a orelha
  121. Talento, trabalho e genialidade
  122. Terminologia
  123. Terminologia again
  124. Termos corretos para o design brasileiro
  125. Termos impressão
  126. Termos logotipo e logomarca
  127. Termos: ergonomia
  128. Um designer me ajudou
  129. Universidade x design
  130. Universidade, aversão
  131. USP amplia vagas e cria curso de design
  132. Valor da universidade
  133. Vestibular para desenho industrial
  134. Vetorização: design ou arte
  135. Vida de designer I
  136. Vida de designer II
  137. Web designer ou programador?
  138. Webdesign: o termo
  139. Webdesigner: termo usado erroneamente?

Informática, DTP e técnicas

  1. 72 dpi
  2. Acrobat Distiller
  3. Adobe vai comprar a Macromedia
  4. Álbum digital em VCD
  5. Anti-aliasing
  6. Arquivo “fechado” em PDF
  7. Assuntos 3D
  8. Aumentar foto
  9. Calçar o preto
  10. Código de barras
  11. Conversão de fontes Mac para PC
  12. CorelDraw
  13. Cortar o cabelo no Photoshop
  14. Cromos. Como escanear
  15. Desafio Photoshop
  16. DPIs versus LPIs
  17. Editor CSS
  18. Editor HTML
  19. Editor web, qual o melhor
  20. Editoração eletrônica
  21. E-Paper I
  22. E-paper II
  23. Escritório de design: software
  24. Exportação em TIFF
  25. Fechamento de aquivo
  26. Fechamento de arquivo
  27. Flash
  28. Freehand e Photoshop juntos
  29. Genius vs. Wacom
  30. Gerenciador de fontes
  31. Gerenciar fontes em PC: isso existe?
  32. HTML
  33. Ilustração no Flash 4
  34. Ilustração vetorial
  35. Imagem com transparência no Photoshop
  36. Imagem reticulada – como tratar
  37. Imagens no PageMaker
  38. Impressora A3
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  47. Monitor: qual devo comprar?
  48. Múltiplas páginas no Illustrator
  49. Olhos vermelhos
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  51. Pagemaker: por quê?
  52. Pantone: fechamento de aquivo
  53. Path no Photoshop
  54. PC ou Mac
  55. PC x MAC
  56. Photoshop: color settings
  57. Pintura digital
  58. Pirataria
  59. Pirataria II
  60. Pirataria e a legalidade
  61. Programa 3D
  62. Programa ou técnica de vetorização
  63. Proposta de debate 3D
  64. Quando o scanner não resolve
  65. QuarkXPress ou PageMaker
  66. Recorte de modelos e cabelo
  67. Recorte no Photoshop
  68. Redimensionando imagens
  69. Reserva de verniz
  70. Resolução de foto para jornal
  71. Resolução de fotos
  72. Respeito à profissão: design
  73. Reversão de JPEG
  74. Rostos vetorizados
  75. Sangrar a arte
  76. Scaneamento de fotos
  77. Scanear
  78. Sites em flash
  79. Sobre Corel “Paw”
  80. Software 3D
  81. Software para colorir/pintar negativos escaneados
  82. Software para designers
  83. Software perfeito
  84. Software pirata
  85. Softwares 3D
  86. Sombra: problemas na impressão
  87. Tabelas fatiadas no Photoshop
  88. Tableless
  89. Tableless II
  90. Tableless III
  91. Tableless IV
  92. Tableless V
  93. Tableless: argumento a favor
  94. Tablet
  95. Tablet II
  96. Tablet III
  97. Tablet IV
  98. TIFF ou JPG
  99. Transformação de 4 para 3 cores
  100. Transformar arquivo de Word em PDF
  101. Tutorial e manual de InDesign
  102. Tutorial Illustrator
  103. Usando o scanner pra tirar fotos
  104. Usando scanner de formas estranhas
  105. Vale a pena comprar um Tablet?
  106. Verdade ou mito?
  107. Wacom: tablets

Mercado e relação profissional

  1. “Design”?
  2. Agência de design
  3. Ambiente de trabalho
  4. B.V. e P.V.
  5. Cara de pau
  6. Cliente não satisfeito
  7. Cliente tem sempre razão
  8. Cliente: como se livrar de um?
  9. CLT x PJ
  10. Como cobrar
  11. Como cobrar?
  12. Como criar um portfólio
  13. Como devem assinar minha carteira?
  14. Como ser freelance?
  15. Como será o amanhã
  16. Concorrência
  17. Concorrência “desleal”. Será?
  18. Conquistar clientes
  19. Consultoria de design
  20. Conteúdo e preço
  21. Criatividade vs. chefe
  22. Custos
  23. Design competitivo faz a diferença
  24. Diretor de criação e arte
  25. E agora, quem tem razão
  26. E agora, quem tem razão?
  27. E na hora de receber
  28. Faixa salarial e como cobrar
  29. Fumante gráfico
  30. Hipocrisia que ronda a nossa profissão
  31. Imposição do cliente
  32. Indignada com os clientes
  33. Investimentos em identidade visual
  34. Já vem com conceituação
  35. Logo R$ 70,00: não aos picaretas!
  36. Logotipo a R$ 70?
  37. Logotipo a troco de cerveja
  38. Manual de design para leigos
  39. Marca como ideal de vida: artigo
  40. Medo de perder o cliente
  41. Meio profissional
  42. Mensurar valor
  43. Mercado feminino
  44. Orçamento diagramação
  45. Orçamento para trabalho
  46. Pedido cliente
  47. Piso salarial
  48. Pitacos do cliente
  49. Porftólio: como fazer?
  50. Portfolio, como montar
  51. Preocupação com a profissão
  52. Procedimento de criação e desenvolvimento
  53. Projetos editoriais: quanto cobrar
  54. Prospectando clientes do zero
  55. Prostituição de mercado
  56. Quando o cliente dá calote
  57. Quando o cliente quer! #$%@
  58. Quanto cobrar
  59. Quanto cobrar II
  60. Quanto cobrar (identidade visual)?
  61. Quanto cobrar por arquivo fechado/aberto
  62. Quanto cobrar: preço dos livros
  63. Quanto o mercado cobra, afinal?
  64. Quem é o cliente
  65. Rebaixamento salarial
  66. Registro de criação
  67. Reutilização de arte gráfica pelo cliente
  68. Salário designer junior
  69. Será que eu é que estou errada?
  70. Sistema de fee
  71. Tabela ADG
  72. Tabela de preços
  73. Tabela de preços para “dezáine gráphico”
  74. Tabela dos sonhos
  75. Terceiro setor
  76. Trabalhar de graça
  77. Trabalho diferenciado: técnicas pessoais
  78. Trabalho rejeitado. E agora?
  79. Vaga para Webmiserável
  80. Valor de um website
  81. Valor/hora
  82. Valor/hora para webdesigner
  83. Valores
  84. Viver de design
  85. Zé-Baciada

Identidade visual

  1. Ainda sobre a Marca Brasil
  2. Associação: logotipo
  3. Avaliação da marca Cálamo
  4. Avaliação identidade visual Telecom Rio
  5. Avaliação logotipo Evento sobre cirurgia plástica
  6. Banespa: redesign
  7. Branding
  8. Citibank, novo logotipo
  9. Claro: marca
  10. Concurso CBH-Doce
  11. Concurso CBH-Doce: defesa
  12. Concurso CBH-Doce: resultados
  13. Cores na campanha PT
  14. Criando “logomarca”
  15. Especificação de marcas para meio eletrônico
  16. Identidade brasileira
  17. Identidade nacional
  18. Identidade Visual – briefing e propostas
  19. Identidade visual site
  20. iG azul
  21. Intermetal: análise de logotipo
  22. Linguagem visual das bebidas brasileiras
  23. Livro de logotipos
  24. Livro Marca de Francesc Petit
  25. Livro sobre construção de logotipos
  26. Livro sobre logotipos
  27. Livro sobre manual de identidade
  28. Logo Cantina Verde
  29. Logo para banda de rock
  30. Logo pronta
  31. Logotipia: equilíbrio
  32. Logotipo da OAB
  33. Logotipo de bandas
  34. Logotipo de ouro
  35. Logotipo infeliz
  36. Logotipo numismático
  37. Logotipo Oi e suas variações
  38. Logotipo: masculino ou feminino
  39. Logotipos da moda
  40. Malha construtiva
  41. Malha construtiva (grid)
  42. Manuais da GE
  43. Manuais de identidade visual
  44. Manual coorporativo
  45. Manual de identidade corporativa
  46. Manual de identidade da copa do mundo
  47. Manual de identidade visual: ajuda
  48. Manual de identidade: literatura
  49. Marca 3M
  50. Marca Brasil
  51. Marca Brasil e a bandeira nacional
  52. Marca Brasil x MSN
  53. Marca Brasil, o retorno
  54. Marca De51gn – desconstrutivismo
  55. Marca Itaú
  56. Marca oficial da Copa 2006
  57. Marca Oi
  58. Marca Pan Rio 2007
  59. Marca que fala
  60. Marca Unibanco e a lista dG
  61. Marca WK – utilizando os velhos paradigmas
  62. Marca: processo criativo
  63. Marcas
  64. Marcas e marketings
  65. Marcas feitas por não designers
  66. Marcas temáticas
  67. Material da Oi
  68. Mudança no logo da TIM
  69. Novo logo AT&T
  70. Oi e Vivo
  71. Opiniao sobre logo – Calcos Brasil
  72. Patentear uma marca
  73. Pizza Hut: detalhe que poderia ser evitado
  74. Preços para projeto de logotipos
  75. Qual que é a nossa identidade
  76. Registro de logotipos
  77. Sansung x Senac
  78. Símbolo para redes e teleinformática
  79. Símbolo para transgênicos
  80. Símbolo vs lettering
  81. Sinalização de banheiro
  82. Site de logos
  83. SIV e internet
  84. Tem caroço nesse angu
  85. UFPR: marca comemorativa
  86. Unibanco apresenta sua nova marca
  87. Unibanco: nova identidade
  88. Unilever: identidade
  89. Unilever: identidade II
  90. Vale do Rio Doce, Logotipo

Tipografia

  1. Comunicação visual na tipografia
  2. Direito autoral de fontes
  3. Dúvida sobre fontes
  4. Fonte (tipografia) para quadrinhos
  5. Fonte do Ziraldo
  6. Helvetica x Switzerland
  7. Inclinação de texto
  8. Leiturabilidade
  9. Leiturabilidade e legibilidade
  10. Lista de tipografia
  11. Quero criar uma fonte. Qual o programa?
  12. Software para criar fontes
  13. Times New Roman, conheça mais sobre
  14. Tipografia
  15. Tipografia do povo
  16. Tipografia militar
  17. Tipografia na Internet
  18. Tipografia: literatura
  19. Tipografia: temas
  20. Tipógrafo: ser um
  21. Uso das fontes

Cores

  1. Calibração de cores no Mac
  2. Calibrador de monitor
  3. Calibragem de cores
  4. Canais de cor
  5. CMYK fluorescente
  6. Como usar cores e significados
  7. Cor complementar
  8. Cor dourada
  9. Cor especial
  10. Cor prata
  11. Cores
  12. Cores contemporâneas na web
  13. Cores de segurança
  14. Cores na propaganda
  15. Cores… cores
  16. Custo de projeto de identidade para Prefeitura
  17. Escala de cores
  18. Escala de cores Pancrom
  19. Escala Pantone
  20. Escalas de cores Pancrom
  21. Estudos das cores
  22. Gerenciar cores para impressão
  23. Impressão em duas cores
  24. Impressão Pantone
  25. K do CMYK
  26. Linguagem gráfica/estética e cromática do cinema
  27. Pantone em tecido
  28. Quatro cores e policromia
  29. Que cor usar: dependência química
  30. RGB apenas: por quê?
  31. RGB ou CMYK
  32. RGB ou CMYK: polêmica
  33. Simbologia das cores
  34. Software para elaboração de manual de identidade visual
  35. Tabela de cores
  36. Tabela de cores II

Veja também:

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